Talento

Era meu colega de curso e sua casa ficava bem próxima.

-Fera, vamos lá pra casa?

Eu não queria ir, sabia que ele tinha namorada e que ela era campeã de Muay Thai. Não queria arriscar a pele.

-Vamos, ela só vai em casa de noite. Não tem risco.

-Pra você! Imagina chegar em casa toda roxa e quebrada!

- Ahn, vamos logo! Tô louco de tesão e sei que tu também estás!

Fui com a cara e a coragem.

Chegamos lá e sentamos no sofá. Beijos, amassos e eu desci a mão no pau. Dei uma boa pegada e ele libertou aquele pau imenso pra mim e então não resisti, ajoelhei, ele ficou de pé e então iniciei os trabalhos:

Deslizava carinhosamente a minha língua na cabeça do pau. Tentava abrir o buraquinho da porra, ia até onde conseguia. Depois encaixei a cabeça entre os meus lábios e numa só sucção engoli o pau inteiro.

Chupei muito até ouvir um apelo:

-Ferinha, chupa minhas bolas, gosto tanto!

Naquela minha época de adolescente, até então eu nunca tinha chupado um saco, sempre ficava no pau. Ele desconfiou disso e se mostrou muito solicito em me ensinar.

-Assim, leve… Hummmmm. Coloca uma toda na tua boca, lambe. Isso!!!

Fui seguindo os sinais que ele me dava. Punhetava o pau dele e com a boca ia dando uma atenção especial às bolas. Depois voltei e terminei a chupada até ele gozar.

-Tens um talento nato menina!

-Hahaha! Ahn é? Tô adorando saber disso.

Ele esporrou e tomei cada gota da porra que jorrou por mim.

Publicado em:  on fevereiro 10, 2010 at 1:42 am Deixe um comentário

Presente

Ele estava ficando com a minha melhor amiga, mas eu sabia que ela não estava muito aí pra ele. Viramos muito amigos, íamos ao shopping, ao cinema… Um dia não aguentei e liguei pra ela:

- Vick, tu ainda vai ficar com o Danilo?

-Hahaha! Não! Tô namorando!

-Ufaaaa! Deixa ficar com ele?

- Claro! Vocês dois combinam mais do que eu e ele. Presente de amiga pra amiga.

(Essa minha ética me mata…rs)

Com o aval da Vick, me sentia muito mais livre. Os programas começaram a ser mais frequentes, até que um dia ele me convidou pra ir à sua casa. Fui, achava que ele estaria sozinho e me enganei. A família estava toda lá.

- Mãe, vou levar a Fera lá pro quarto. Vocês fazem muito barulho!

-Sei sei, só não façam barulho vocês dois….

Subimos.

Mal entrei e uma pegada sensacional me envolveu. Era tanta fome, tanta vontade de comer.

Ele era alto, bem além dos meus 1,70.  Pegou-me no colo e me jogou em cima da cama. Juntou meus braços e prendeu minhas mãos no alto me deixando completamente imobilizada.

Foi uma loucura. Ele se colocou nos meus quadris e roçava o pau por cima da minha calcinha como se quisesse entrar assim mesmo. Forçava e empurrava enquanto minha calcinha ficava molhada cada vez  mais.

Abaixou, livrou-se do meu pedacinho de tecido e enfiou a boca. Chupava minha buceta com um tesão enorme, me penetrava com a língua.

-Aiiiii! Que delícia Danilo!

-Amor, só geme baixinho tá? Lembra do que a mamãe disse.

Ri, era inevitável. Depois me entreguei ao prazer mesmo tendo que sentir todo aquele prazer sem gemer alto.

Sem que eu esperasse, e em um só movimento, me colocou de quatro e começou a chupar meu cuzinho… Era tão difícil continuar gemendo baixinho!

Rebolei na cara dele, totalmente entregue. Posicionou a cabeça da pica na entradinha da minha buceta e socou. Senti entrando cada pedacinho dela e então começou a bombar. Peguei um travesseiro e comecei a descontar nele todo o prazer que eu sentia e não podia falar.

Bombou mais e nós gozamos. Caímos juntos na cama, nos abraçamos e beijamos. Depois disso eu soltei:

- Valeu  pelo presente Vick, amiga é pra essas coisas!

-O que? Que a Vick tem a ver com isso?

Contei-lhe a história. Ele riu e adorou.

Publicado em:  on fevereiro 5, 2010 at 11:09 pm Comentários (4)

Vizinho

Era um vizinho punheteiro e eu sabia disso. Adoro homem que se masturba e odeio o discurso de “Prefiro esperar pra fazer de verdade”.

A janela da cozinha dele dava para a do meu quarto e o muro era baixo. Ele me olhava com aquela cara de pidão toda a vez que eu fechava a cortina pra me trocar. Fechava e olhava escondida ele tocar punhetas deliciosas que eu adivinhava ser para mim.

Um dia a mulher dele foi à feira e os filhos brincavam na vizinha. Clima quente e abafado e eu adorava usar vestidos safados, curtos e de alcinha. Decidi tomar um banho e quando dei por mim, lá estava ele na janela.

Dessa vez foi mais ousado, chegou perto do muro e pediu:

- Me deixa ver, só dessa vez vai.

- Não, nem pensar! E se tua mulher chega?

-Ela vai demorar, relaxa. Não tô te pedindo muito… Deixa só eu ver e me resolvo sozinho.

Sorri e pisquei. Era o que ele queria.

Voltou pra cozinha, encostou-se no balcão e colocou a pica pra fora. Cuspiu na mão e começou a esfolar o pau pra mim. No meu quarto, eu tirava lentamente o vestido quase numa strip-tease.

Olhava a sua cara de prazer, a mão subindo e descendo no pau cada vez mais duro e com a cabeça brilhando. Não resisti e fiquei nua, passando a mão pelo meu corpo apertando os peitos, brincando com os biquinhos, esfregando a buceta e lambendo os dedos.

Ele acelerou o ritmo e gozou. Gozou com uma cara de prazer incrível e eu fiquei hipnotizada olhando-o limpar a porra.

Brincamos muitas vezes assim, até que me mudei.

Publicado em:  on fevereiro 2, 2010 at 12:31 am Comentários (9)

Animais

Tarde de sol. Coloquei a coleira no meu cachorrinho e fomos passear.

Ouvi cantadas do tipo “Cachorrinho tem telefone?”, “Até pra nascer cachorro é preciso ter sorte”. Não era toda vez que conseguia conter o riso.

Paramos um pouco e fiquei distraída. Percebi  uma cadela golden retriever parada atrás de mim. Quando virei, pude ver seu dono.

-Oi! Qual a idade dele?

- 1 ano

-Ah, a minha já tem sete!

Engatamos uma conversa divertida sobre hábitos caninos. O vento batia no vestido e lhe mostrava minhas coxas, e eu fazia questão de não notar.

Perdemos a noção do tempo. Conversávamos animadamente numa empatia total, até que ele me diz:

-Ela quase teve que ser sacrificada.

-Nossa, que triste. O que ela teve?

-Nunca cruzou e isso acabou afetando. Tentei fazê-la cruzar, levava cães adultos para ficar lá em casa, mas ela nunca aceitava macho.

Quando o assunto chegou onde queríamos, uma senhora e um pincher nos interromperam. Parecia não ter planos de parar de falar e eu, que tinha esquecido meus cigarros, precisava de um urgente. Decidi voltar pra casa.

-Tchau, a gente se encontra por aqui.

Ele me olhou com um pesar, mas a velha senhora não dava nenhum indício de que ia cessar a conversa nos próximos 30 minutos.

Fui embora, ainda olhei pra trás e sorri. Naquele sorriso eu estava dizendo:

-Tua cadela não, mas eu com certeza estou aceitando macho.

Publicado em:  on janeiro 29, 2010 at 11:02 pm Comentários (5)

Dona da Banca

Eu tinha uns 16 anos. Saía daquela escola em que o uniforme era sainha de pregas, sapato de boneca, meia e camisa branca e passava na banca de revista pra dar uma olhadinha nas novidades. O dono da banca também aproveitava pra dar uma boa olhada em mim.

Até que um dia ele puxou papo:

-Ei morena, estás cada dia mais linda.

-Nada, esse uniforme me acaba.

-É aí que tu te enganas.

Rimos. E com o passar dos dias, criamos mais intimidade e o tesão começou a aflorar. Certa vez a irmã dele chegou e ele pediu pra ela tomar conta da banca por umas horas, me puxou pela mão e fomos para a praça.

Começou os beijos chupões, os amassos, a mão dele subindo embaixo da minha saia. Nos escondemos na parte escura do coreto e nos beijamos enquanto ele passava a mão por cima da minha calcinha.

-Tenho um escritório aqui perto… Vem comigo vem!

-Não! Tenho que ir pra casa. Já já mamãe desconfia do meu atraso e se eu atrasar muito, não posso namorar hoje à noite.

-Tens namorado então?

-Claro!

-Safada! Gostosa! Então vamos marcar pra amanhã?

-Hum não sei. Passo aqui na mesma hora de sempre.

Nos beijamos e fui embora. Ainda tinha o namorado pra atender naquela noite.

Na tarde seguinte, só consegui assistir a primeira aula e fui embora. Subi a saia e rumei para a praça onde a banca de revista dele ficava. Tentávamos disfarçar pra irmã dele não perceber, ele era bem mais velho e eu era a típica colegial.

Chegamos ao escritório que ficava bem perto dali. Era meio vazio, pequeno, mas tinha uma mesa e ela serviria pra o que tínhamos em mente naquela tarde.

Mal entramos e ele me agarrou, enfiou a língua na minha boca e começamos. Envolveu meu corpo com seus braços e eu o envolvi com minhas coxas. Sentei na mesa, fui descendo a calcinha enquanto exibia minha buceta.

Ele voou em mim, abriu os botões da minha blusa escolar, expôs meus peitos e começou a chupar. Adorava seios e chupou até cansar.

-Vem, agora é a vez dessa xaninha.

Colocou a camisinha e meteu. O pau escorregou gostoso pra dentro de mim enquanto eu abria mais ainda minhas pernas. Fizemos o frango assado que era possível em cima de uma pequena mesa.

Estocava, mexia o pau, gemia e ficava louco.

-Como tu podes ser tão novinha e tão gostosa? Mereces levar muita pica!

-Hahaha! Bandido! Achava que ia frescar comigo e ficar só nisso?

-És maquiavélica menina, uma bucetuda duma maquiavélica.

Continuamos fodendo assim, com direito a diálogos fodais incríveis. Gostava de massagear a cabeça do pau dando “mastigadinhas” com a buceta. Deixava-o  louco. Continuei assim até que senti nosso gozo vindo, as veias de seus braços saltaram e ele me apertando os peitos porque não podia gritar.

Infelizmente ele só tinha uma camisinha e eu não tinha levado nenhuma. Nos despedimos e seguimos nosso rumo: eu para casa e ele para a banca.

Transamos mais algumas vezes e depois eu parei de ir lá. Nossas fodas eram excepcionais, mas tive que escolher:

Ou transava ou assistia aula. O medo da surra da minha mãe falou mais alto.

Publicado em:  on janeiro 26, 2010 at 12:33 pm Comentários (10)

Puteiro

Dani, minha melhor amiga um dia  me surpreendeu.

-Sabe a Beta? Já namoramos…tu sabes qual é a dela né?

- Sei, claro que sei. Mas pelo fato de nos conhecermos há tanto tempo, ela nunca me cantou. Sempre me apresenta as namoradas, tomamos cervejas e mais nada. Falando nela, me chamou pra gente sair pra beber hoje. Vamos?

- Ahn, não sei. Ela vai levar a namorada e eu morro de ciúme.

- Fica assim não…. Vamos, vai ser divertido.

Beta foi nos buscar, parou o carro e entramos. Cíntia, a namorada, estava no banco do carona e a Dani quando viu fez uma boca torta. Detestavam uma a outra. Muito ciúme no ar, clima tenso. Decidi quebrar o gelo:

-Beta sua safada, onde vamos?

-Tu nunca vai adivinhar… hahaha

A doida nos levou pra um puteiro e eu nunca tinha ido num até então. Primeiro a Beta teve que fazer um sinal pra cafetina e soltar um “tá comigo” pra que as putas não pensassem que eu e a Dani éramos concorrentes invadindo o espaço delas.

Sentamos e pedimos a cerveja. O locutor anunciou que o show de strip da “Sheila Cavalona” estava quase pra começar. Fiquei ansiosa.

Não preciso nem falar que tinha um monte de homem e todos excitadíssimos com aquela mesa só de mulheres. Muitos nos chamavam e quando uma olhava, eles passavam a mão na pica, uns até começavam uma punheta. Beta me chamava atenção:

- Fera, porra! Se tu for olhar pra todo punheteiro que te chama e mostra o pau, tu vai cansar.

- Duvido! hahaha

- Safada!

Sheila cavalona entrou no palco e a fumaça do gelo seco se misturou com a da maconha que rolava solto ali. Ela era realmente uma cavala, uma potranca de mulher. Morena, alta e um rabo do tamanho do mundo. Loucura.

Entrou se esfregando no chão, tirava uma peça e jogava para a platéia enlouquecida:

-Bucetuda! Gostosa! Vem aqui que eu te fodo toda!

Dançava sinuosamente, esfregava a buceta, os peitos… uma delícia.

O Show acabou e vieram os aplausos. O celular da Beta tocou, ela atendeu, falou um pouco e desligou.

-Ahn porra! Os meninos querem vir pra cá. Encheram o saco, acabei deixando… Já já chegam aí esses caralhos.

Caralho era tudo que eu precisava. O show da Sheila Cavalona tinha me excitada. A Beta tava com a Cíntia e a Dani naquela vibe de paixão incorrespondida, logo não ia rolar nada com ela.

Os carinhas chegaram e estavam em dois. Nossa turma de sacanagem estava completa e claro, meu “comes” também estava lá.

Ele já chegou me tascando um beijo na boca, passando a mão nas minhas coxas e bebendo minha cerveja.  Fomos para um canto e ele me colocou sentada em cima de um balcão. Enfiou o dedo na minha buceta e ficamos naquele amasso gostoso.

- Ai Ferinha, vamos esticar daqui, vamos. Aqui tem quartos mas não aconselho…

- Tá, vamos pra tua casa, deixa só eu me despedir das meninas.

Dani já tinha se atracado com um outro. Beta e Cíntia no maior amasso. Me despedi e só ouvi a Beta rindo gritar:

- Vai lá safada! Doida por macho, que esculhambação da porra! Hahaha

A primeira foda foi no carro mesmo, não aguentamos. Ele puxou o banco pra trás, me acavalei nele e começei a rebolar. Sentia ele enfiando o dedo no meu rabo e ficava mais louca.

-Gostosa… Adora um dedo no cú né?

-Adoro! Põe, isso! ahnnnnnn!

Gozamos e eu implorei que ele rumasse para casa. Era a vez da “Fera Cavalona” entrar em cena.

Publicado em:  on janeiro 23, 2010 at 11:59 am Comentários (6)

A Fera

-Gosto das meninas suaves e brilhantes, fortes e cheias de pecados.

-Essas levam a gente para o inferno – respondeu Randall, indiferente.

-Claro. E onde é que eu sempre estive?

Phillip Marlowe, em Farewell, My Lovely

Raymond Chandler

( Citado Por Pedro Juan Gutierrez em Animal Tropical)

Publicado em:  on janeiro 22, 2010 at 12:19 am Comentários (4)

Crua

Passa a mão pelo meu corpo delicadamente e sem pensar, repousa tua mão nela.

É ela que te quer, que te deseja e molha-se toda num louco querer.

Quer te engolir, sentir tudo dentro dela.

Buceta louca, tarada querendo te acolher.

Vem logo, separa os pequenos lábios, acha o caminho e desliza pra dentro.

Sente meu calor, minha umidade, meu prazer te apertando e esfregando minha carne na tua

E assim, em gozo, nosso prazer encontra o epicentro

Sexo, tesão… Nossa putaria nua e crua.

Publicado em:  on janeiro 19, 2010 at 11:37 pm Comentários (2)

Acesa

Oleg Kosirev

Depois de horas e horas de tesão, fodas intensas e gozadas maravilhosas, me rendi e decidi dormir.

Deitei, aconcheguei-me no seu colo e pedi:

- Daqui há duas horas tu me acorda tá?

- Ok. Mas tem certeza? Estás cansadinha e depois dessa maratona, um descanso é bem-vindo.

-Quero descansar por duas horas e tá bom. Dormir eu durmo todos os dias…Hj eu quero outra coisa…

-Safadinha! Descansa tranquila que daqui há duas horas eu te chamo.

Exauta, caí no sono.

Estávamos de conchinha e acordei com as mãos dele acariciando a minha bunda. Virei-me rapidamente e tasquei um beijo chupão em sua boca enquanto minhas mãos alcançavam o pau e  começava a lhe tocar uma deliciosa punheta.

Não aguentamos então pulei pra cima dele e o cavalguei. Sensação gostosa de fim de sono e início de prazer… Rebolei lentamente, acordando meu corpo aos poucos até que completamente desperta, quiquei em cima dele nos fazendo gozar juntos.

Ele me abraçou, me envolveu em seus braços e sussurou baixinho no meu ouvido:

- Gostosa, tesuda…Sentes tesão até dormindo.

-Eu??

-É, tu mesma minha putinha. Te deixei dormir por duas horas e alguns minutos e durante esse tempo, toda vez que eu acariciava teu rabo, tu dava reboladinhas mesmo estando dormindo.

- Ahn amor, eu durmo mas não tô morta oras!

Caímos na risada e nos enroscamos de novo.

Publicado em:  on janeiro 18, 2010 at 12:50 am Comentários (4)

Todo

Sentir teu corpo todo pra mim, tua carne, teu peso, teu cheiro.

Tua boca comendo a minha, teu rebolado tesudo enquanto empurras o pau pra dentro de mim.

E muitos falam: pra que serve bunda de homem?

Gosto de sentir o movimento tanto dentro de mim quanto fora. Teus quadris me pressionando, o movimento de vai e vem que me faz delirar.

Arranhar tuas costas, fincar meus dedos na tua bunda como seu eu pudesse te empurrar ainda mais para dentro de mim. Te quero todo, assim…pra mim!

Tu me come, eu te degusto.

Publicado em:  on janeiro 14, 2010 at 11:57 pm Comentários (3)