
Martin Kovalik
Em um dos muitos restaurantes em um dia qualquer…
Ele juntou a cadeira dela junto a dela. Alisou suas coxas, subiu e descobriu o que pra ele seria mais-que-perfeito.
Não, ela não estava sem calcinha e aquilo era muito melhor. Estava com uma calcinha minúscula, um mísero pedaço de pano estava sendo estrangulado pelos dois lados daquela buceta carnuda e gulosa.
-Vou no banheiro tirar a calcinha, – Cochichou ela no ouvido dele.
-Não! Fique aí que eu tenho uma idéia melhor.
Dessa vez, foi direto no que queria e sentiu de novo aquela minúscula calcinha engolida por aquela bucetona que agora já estava molhada. Segurou ela pela parte de cima e fez com que o tecido fica indo e voltando, apertando e esfregando o grelinho.
-Aiii! Pára eu vou goz..
Ele continuava e sentiu a mão toda melar até que o melzinho dela se misturou ao ar e ele sentiu aquele cheiro de buceta, cheiro de sexo e sacanagem que prontamente o deixaram duro.
Então com jeito ele colocou a calcinha pro lado e ela levantou como se estivesse arrumando o vestido. Quando sentou, sentou enfiando o dedo dele dentro de si.
Penas entre abertas, jantar por vir e ele ali dedando aquela buceta daquela forma pervertida que ele adorava. Com o grelinho durinho e toda molhada, ela pulsava, apertava e mordia o dedo dele até o ponto em que ele lhe abraçou e ela enfiou as unhas na coxa dele fazendo um esforço imensurável pra não gemer e gritar.
-Goza minha puta! Goza no dedinho do seu macho!
Depois do gozo e da loucura, o Maítre chegou para falar de vinhos. Ela se levantou e foi ao banheiro se recompor. Afinal, a noite só estava começando…









